DJ Premier - James Brown : The Foundation Of Hip-Hop (2007)
Disc 1
01 - Honoring James Brown 02 - Apollo Intro 03 - The Boss 04 - Funky Dreamer 05 - Talkin Loud Sayin Nothin 06 - Blind Man Can See It 07 - Soul Power 08 - Mother Popcorn 09 - Say It Loud (I’m Black And I'm Proud) 10 - Take Some Leave Some 11 - Super Bad 12 - There Was A Time 13 - King Heroin 14 - Unwind Yourself 15 - Same Beat 16 - Put It On The Line 17 - The Grunt 18 - Blow Your Head 19 - I Got The Feelin’ 20 - There It Is 21 - There It Is (Live) 22 - Pass The Peas 23 - Blues And Pants 24 - I Know U Got Soul 25 - Make It Funky 26 - Papa Don’t Take No Mess 27 - I Feel Good 28 - Problems 29 - Turn On The Heat 30 - Ain’t It Funky Now 31 - If You Don’t Work You Don’t Eat 32 - Get Up Get Into It Get Involved
01 - Superlover Cee & Cassanova Rudd - Do The James 02 - NWA - Fuck The Police 03 - Da Lench Mob - You & Your Heroe 04 - Big Daddy Kane - Raw 05 - Eric B & Rakim - I Ain't No Joke 06 - Eric B & Rakim - I Know You Got Soul 07 - Kool G Rap & DJ Polo - It's A Demo 08 - Kid Capri - The Apollo 09 - Big Daddy Kane - Set It Off 10 - The D.O.C. - It's Funky Enough 11 - Run DMC & Jam Master Jay - Beats To Rhyme 12 - Big Daddy Kane - Somethin' Funky 13 - Lord Finesse - Baby You Nasty 14 - Ultramagnetic MC's - Give The Drummer Some 15 - EPMD - Big Payback 16 - LL Cool J - Kanday 17 - Stetsasonic - Sally 18 - Kool Moe Dee - How Ya Like Me Now 19 - Brand Nubian - All For One 20 - Brand Nubian - Punks Jump Up To Get Beat Down 21 - Craig G - Droppin' Science 22 - Public Enemy - Rebel Without A Cause 23 - Public Enemy - Terminator X To The Edge Of Panic 24 - Jungle Brothers - J. Beez Commin Thru 25 - Stetsasonic - Go Stetsa II 26 - Gang Starr - What You Want This Time? 27 - Biz Markie - Vapors 28 - Afrika Bambaataa & James Brown - Unity 29 - Kool G Rap & DJ Polo - Poison 30 - Notorious B.I.G. - Dreams 31 - KRS One - Sound Of The Police 32 - 45 King - 900 Number
Mixtape do DJ Premier em homenagem ao mestre James Brown. O primeiro disco é só com mixagens de sons de Brown, o segundo de mixagens de sons que samplearam James Brown. De mestre pra mestre. Nem tem o que falar, é baixar e deixar rodar!
1. Apache 2. Sing Sing Sing 3. I Cant Get No Satisfaction 4. Wipeout 5. When the Bed Breaks Down Ill Mee You In The Spring 6. Pipeline 7. Okey Dokey 8. Sharp Nine 9. Hang Down Your Head 10. Apache (Grand Master Flash Remix) 11. Last Bongo in Belgium 12. Let There Be Drums 13. Bongolia 14. Last Bongo in Belgium 15. Dueling Bongos 16. In A Gadda Da Vida 17. Raunchy 18. Bongo Rock 19. Kiburi
Essa aí é o disco que reúne a história da Incredible Bongo Band, que transformou a música Apache (originalmente do grupo The Shadows) no breakbeat mais sampleado da história, chamada por Kool Herc de "o hino do hip hop",Apache é aquele som que tu conhece mas não sabia quem tocava. Post especialmente dedicado aos Bboys, B Gilrls e todos que quando escutarem esse som sentem que amam o hip hop mesmo. Bagulho doido demais. O disco é uma reedição em comemoração aos 30 anos de lançamento do original, que não fez sucesso na época, só depois de ser redescoberto por Kool Herc, que comprou dois discos com o som Apache em um sebo e logo transformou a parada em febre dos Bboys. Os catadores de samples originais ainda vão conhecer os samples originais de Hip Hop is dead do Nas e de Looking down the barrel of a gun do Beastie Boys. Mais raíz que isso só block party no Bronx! Clássico obrigatório!
Frase do post: "Você toca o novo Hip-Hop, nós temos o velho Hip-Hop. Se você tem algo novo, você sempre terá algo mais antigo. Então, se você toca coisas novas, dê também espaço para as coisas velhas. E eu não falo só de coisas velhas, com 10 ou 5 anos de idade, mas música dos anos 40, 50, 60. Vamos misturar isso. Vamos fazer com que as pessoas escutem de tudo um pouco." - Afrika Bambaataa em entrevista ao Bocada Forte.
Novo clip do meu camarada Valete, com o melhor som do disco Serviço Público. Rap de combate no grau máximo. "Gerações de anti-heróis combaterão estoicamente até o dia da revolução! O mundo novo é inevitável!"
1. Change (Vinnie Jones Intro) 2. Girl They Won't Believe It 3. Headturner 4. Tell Me `Bout It 5. Tell Me What We're Gonna Do Now feat. Common 6. Put Your Hands On Me 7. Music feat. Lauryn Hill 8. Arms Of My Baby 9. Bad Habit 10. Proper Nice 11. Bruised But Not Broken 12. Baby Baby Baby 13. What Were We Thinking 14. Music Outro 15. Put Your Hands On Me (Meia Remix) - EXCLUSIVO GROOVE GRAVE
Repostando o disco da Joss Stone, o disco mais pedido aqui no blog desde o começo do Groove Grave. Versão exclusiva aqui do blog com um remix da Put your hands on me feito pelo meu camarada Meia que acabou ficando beeeem melhor que a original. Duvida? É só baixar e conferir, aproveitem e passem no myspace do Meia pra conferir mais produções do cara com a nata dos novos rimadores brasileiros.
Rage Against The Machine - Rage Against The Machine (1992)
1. Bombtrack 2. Killing In The Name 3. Take The Power Back 4. Settle For Nothing 5. Bullet In The Head 6. Know Your Enemy 7. Wake Up 8. Fistful Of Steel 9. Township Rebellion 10. Freedom
O grupo de rock mais foda dos anos 90, o disco não é novidade, mas é bom demais, por isso tá sendo postado pra quem ainda não tem, e pra quem já tem lembrar e escutar de novo. Como disse Chuck D, Zack De La Rocha tem a atitude e o discurso que os rappers deveriam ter. Assino embaixo. Clássico com C maiúsculo!
Mixtape do Chali 2Na, MC mais conhecido do Jurassic 5. Essa mixtape reúne sons que 2Na gravou em discos de outros rappers e mais alguns sons inéditos, é preview do disco solo do cara, Fish Outta Water, que devia sair em 2005 mas ainda nãi saiu. O cara deve estar esperando o fim do Jurassic, que deve acabar no fim desta turnê. Uma pena, enquanto isso escutem a parada que vale a pena. Nota 8,5 pra esse disco.
Um dia desses um colega de serviço veio falar com aquele ar nostálgico sobre os anos 80 e quis afirmar que essa foi uma década melhor do que a que estamos vivendo em termos de música, afinal hoje em dia grupos como Legião Urbana, Barão Vermelho e Titãs ainda são "os melhores da música brasileira", que não se faz mais banda como antigamente, e essas paradas que a gente escuta de gente que depois de 20 anos desconriu que a Blitz é uma grande banda devido ao nevoeiro que o tempo coloca na nossa cabeça. Pensei no assunto e acabei pensando que eu conheço na minha cidade uma pá de banda boa, mas que nunca teve chance de mostrar o trampo em rádios ou na TV, imaginei quantas bandas nasceram e morreram no anonimato de 80 pra cá. Só pra lembrar, naquela época ainda dava pra uma banda viver de música depois de ser descoberta por uma gravadora. Mas o que aconteceu? As gravadoras apostavam em um grupo pequeno de artistas, e quando o cinto foi apertando depois do surgimento da pirataria os caras diminuiram mais ainda o catálogo de artistas, apostando sempre nos mesmos, afinal nada mais fácil que não mexer no que já estava dando certo há mais de 10 anos. De vez em quando um disco acústico ajudava o público a lembrar "como aquela banda era boa", mesmo que não tenha feito nada de bom nos últimos tempos. Nesse cenário as gravadoras no Brasil perderam público nos discos originais, os artistas independetes aprenderam a ser faz-tudo e a grande massa ignorante continuou ouvindo os mesmos. Afinal,porque escutar bandas novas que não aparecem na TV, se os Titãs continuam na ativa (mesmo perdendo todos os membros pensantes e gravando Mamonas Assassinas em versão acústica), cantando músicas que a gente pode acompanhar junto e lembrar dos inocentes e alienados anos 80? E isso que estou falando da massa normal, não dos pseudo intelectuais fashion que entraram na moda retrô, onde tudo que é dos anos 80 merece ser lembrado em festas onde rola o supra-sumo da bosta daquela década. Não tô sendo mau humorado, ou melhor, tô sendo sim, não tem como não ser vendo uns marmanjos de mais de 30 ouvindo João Penca e Seus Miquinhos Amestrados, Léo Jaime e outras bizarrices. Acaba de uma vez anos 80!
Frase do post: "Who’s to blame/ Who is the one to spark the flame/ The victim who became part of the game/ We being murdered for money, sex, and fame/ The question remains the same/ Who’s to blame." - Chali 2Na em Whose 2 Blame.
1. Sucker M.C.'s (Krush-Groove 1) - Run-DMC 2. King Kut - Word Of Mouth 3. Genius Rap - Dr. Jeckyll & Mr. Hyde 4. Drag Rap (Triggerman) - The Showboys 5. Fly Guy, A - Pebblee-Poo 6. I Can't Wait (To Rock The Mike) - Spyder D 7. Beat Bop - Rammelzee Vs. K-Rob 8. Here Comes That Beat! - Pumpkin & The Profile All-Stars 9. Rock Box - Run-DMC 10. Lifestyles Of The Fresh And Fly - M.C Dollar Bill 11. Fresh - Fresh 3 M.C.'s 12. Nightmares - Dana Dane
Comprei esse disco de barbada por R$ 5,00 já tem uns 4 anos. Só classicos da velha escola da gravadora Profile, o som do disco é claro que é o primeiro som, Sucker MC´s do Run DMC, mas tem mais umas faixas foda aí pra quem quer conhecer mais do rap feito no começo dos anos 80. Uma curiosidade é a faixa 7, produzida pelo artista de rua/ pintor Jean Michel Basquiat, que faz parte do disco Beat Bop, que deveria ser um projeto com o grafiteiro e MC Rammelzee. Com esse disco Basquiat pretendia mostrar que também podia ganhar respeito nas ruas rimando, acabando com a fama de ser o "artista de rua queridinho das galerias de arte que não dá a cara na rua". Resumindo a história: Rammelzee ouviu Basquiat rimando e viu que como rapper o cara era muito ruim, a participação acabou ficando no trabalho gráfico do disco e em uma ou outra produção.
Wyclef Jean - Presents the Carnival Featuring the Refugee Allstars (1997)
1. Intro/Court/Clef/Intro (Skit/Interlude) 2. Apocalypse 3. Guantanamera 4. Pablo Diablo (Interlude) 5. Bubblegoose 6. Prelude To 'All The Girls' (Interlude) 7. To All The Girls 8. Down Lo Ho (Interlude) 9. Anything Can Happen 10. Gone Till November 11. Words Of Wisdom (Interlude) 12. Year Of The Dragon 13. Sang Fezi 14. Fresh Interlude 15. Mona Lisa 16. Street Jeopardy 17. Killer M.C. (Interlude) 18. We Trying To Stay Alive 19. Gunpowder 20. Closing Arguments (Interlude/Skit)
Esses dias comecei a catar uns cds antigos, achei esse do Wyclef e me dei conta de que tô ficando velho mesmo. Parece que foi ontem que todo mundo esperava o disco novo do Fugges, mas acabou saindo o solo do Wyclef, antes mesmo do solo da Lauryn Hill. Na época eu só trampava fazendo uns bicos, e o dinheiro era curto, aí comprei esse disco nas lojas Renner parcelando a parada. Não sei se foi por ter sido parcelado, ou por ter ficado sem grana pra comprar outros discos por um tempo, sei que escutei muito esse cd, que foi eleito pela Rolling Stone um dos 100 discos indispesáveis dos anos 90. Bem mais que rap, boa música, as vezes meio pop demais, mas foda-se! ---------------------------------------------------------
Soul Position (RJD2 & Blueprint) - 8 Million Stories Instrumentals (2003) 1. Intro 2. Printmatic 3. Inhale 4. Jerry Springer Episode, The 5. Candyland Part 1 6. Just Think 7. Fuckajob 8. Look of Pain 9. Survival 10. Candyland Part 2 11. Share This 12. Run 13. Right Place, Wrong Time 14. Candyland Part 3 15. No Excuse For Lovin' 16. 1 Love 17. Inhale - (remix)
Versão com os instrumentais da dupla Soul Position, formado pelo genio RJD2 com o rapper Blueprint. Só pra lembrar, essa é a dupla do som Final Frontier do disco Deadringer, na minha opinião a melhor faixa com rimas desse disco clásico. Presente de páscoa pros MC´s de plantão. É baixar, tocar e rimar!
"Quando eu fico vendo os ministros que ganhavam muito bem virem ganhar R$ 7.000, R$ 8.000, eu falo: esses são heróis. Alguns pagam para ser ministros" - Lula, discursando em 16/03/2007 - A piada é velha, mas é boa.
Esse aí é o meu livro de cabeceira nos últimos dias. Meu mano Leco contou que importação de livro não paga imposto (no fim das contas o frete é mais caro que o livro), resolvi procurar alguma coisa sobre livros de hip hop e todos os caminhos levaram ao Can´t Stop Won´t stop do jornalista Jeff Chang. Entre todos os documentários que vi e os textos que li, nenhum me fez entender tão bem a formação da cultura. Apesar de ser em inglês, o livro é fácil de ler e é muito bem escrito, misturando uma narrativa viciante com depoimentos de gente que viu o começo da cena do hip hop. Assim como o Abutre de Gill Scot-Heron te faz sentir nos guetos dos EUA nos anos 60, ou uma letra do Mano Brown consegue transportar pro lado oculto de São Paulo, esse livro mostra todo o cenário das sete milhas do Bronx onde o hip hop nasceu, detalhando o movimento das gangues pós-panteras negras na década de 60, as disputas de território entre elas, a luta das gangues pelos direitos dos negros e latinos, entre elas o desenvolvimento dos violentos Black Spades, que tinha como membro um cara chamado Afrika Bambaataa, que ajudou a transformar os Spades na Zulu Nation. Tá tudo nesse livro: a mudança da família de Kool Herc pros EUA, o modo como ele transformou a aparelhagem de som do seu pai no combustível pras block parties. O surgimento de Grandmaster Flash, Grandwizard Theodore, a ascensão e a queda dos dj´s e dos b-boys, a febre e a criminalização do Graffitti, e o surgimento do rap. E isso que eu só li 160 das 540 e tantas páginas. Ou seja, a parada é imperdível! Comprando pelo Amazon sai por uns 70 conto, e leva um mês pra entregarem, mas acreditem: vale cada centavo!
01 – Intro – DJ Anderson 02 – Afrocalipse – Dependentes part. Manos do Rap e Leen 03 – Pega na arma – Dependentes 04 – Primeira Missão – MP4 05 – Viagem Insólita – MP4 06 - O Som Do Diamante / Jackson 07 – Motel / Ive Brussel - Jackson part. Bira Matos 08 - A Resposta - Dynamic Rappers 09 - Dinâmicos - Dynamic Rappers 10 - A Mixa Do Mundo - Preconceito Zero 11 - A Mesma Cena - Preconceito Zero 12 - Festa e Drama - Syndicate 13 - Zé, Paulo E João - Syndicate 14 - Preconceito - Dogg 15 - Passado Escuro - Dogg
A coletânea Operação Contágio foi o primeiro lançamento do selo portoalegrense Chave Mestra, dirigido pelo rapper Baze do grupo Da Guedes. O som que mais tocou desse disco foi Motel, do Jackson (hoje JackSOM), mas eu destaco as músicas do Dependetes, que na minha opinião é o grupo de rap gaúcho mais consistente atualmente em matéria de letras e músicas. Além desses ainda tem a participação dos meus camaradas do Preconceito Zero representando Novo Hamburgo, Syndicate, Dynamic Rappers (loucos como sempre) e rapper Dogg, o cara com a performance mais insana que eu já vi, e falo de insanidade mesmo, quem viu ele cantando Negro Zulu na época em que fazia parte do Dynamic sabe do que eu tô falando (Negro Zuluuuuu! Haaaaaaaaaaaaa!).
O Bocada Forte, primeiro grande portal do hip hop nacional conseguiu sobreviver à onda de blogs e milhares de informações sobre hip hop que rolam na internet e continua sendo atualizado com muita coisa boa e exclusiva. A atualização dessa semana tá foda, entre outras coisas dá pra conferir:
- Entrevista com o DJ Anderson (Ultramen, Manos do Rap), um dos mais talentosos e humildes DJ que eu já conheci;
- Entrevista com Ferréz (1 DaSul; Literatura Marginal);
- DVD 1000 Trutas, 1000 Tretas do Racionais MC´s já a venda por lá;
Melhor que visita do Papa só mesmo a visita de Deus, mais do que Haile Selasié encarnava o Deus transformado em homem para os rastas, George Bush encarna o Deus-capital, transformado em homem. Bush filho tomou pra si mesmo uma missão sagrada e assim como os cruzados invadiram o oriente médio em nome da santa igreja católica, pela bíblia e pela espada, Bush invade os quintais do (seu) mundo em nome do petróleo, do lucro e do sagrado american way of life. Para defender seu planeta do eixo do mal ele manda e desmanda, invade, mata, deixa viver, incendeia, incita, excede, explode, enforca, submete, mete, mente e omite. Mas como citou Alan Moore em Watchmen: "Quem pode julgar o juiz de toda a terra?", talvez um outro Deus, que cada vez menos dá as caras por essas bandas, talvez por medo de sequestro, pra esse vale acender uma vela e pedir pra iluminar nossos caminhos, mas por via das dúvidas é melhor acender uma outra pro Bush, vai que ele fica com ciúmes e nos enquadra no eixo do mal...
1. Change (Vinnie Jones Intro) 2. Girl They Won't Believe It 3. Headturner 4. Tell Me `Bout It 5. Tell Me What We're Gonna Do Now feat. Common 6. Put Your Hands On Me 7. Music feat. Lauryn Hill 8. Arms Of My Baby 9. Bad Habit 10. Proper Nice 11. Bruised But Not Broken 12. Baby Baby Baby 13. What Were We Thinking 14. Music Outro 15. Put Your Hands On Me (Meia Remix) - EXCLUSIVO GROOVE GRAVE
Esse é o novo disco da diva Joss Stone, cortesia do meu camarada Meia, que também assina um remix fodástico exclusivo da "Put your hands on me", só pra quem baixar aqui no Groove Grave. Disco em homenagem às damas em seu dia, obrigado por nos fazerem felizes e por iluminar com sua beleza e inteligência o cinzento mundo masculino.
Rima do post: "Deus é onipotente, onipresente: Então vai à Casa Branca que ele deve estar lá dentro! E é seguido pelos governantes que tu tens seguido/ governantes que deviam ter Lewinski como apelido!" - Valete
Mais uma tira do Dahmer, que além de criar os Malvados, nas últimas semanas foi notícia depois de criar o site RIO BODY COUNT, fazendo a contagem de corpos da guerra civil do RJ pelas notícias. Já falei que voto no Dahmer pra presidente, e o cara não me desapontou ao não dar a cara pra ser entrevistado pelo SBT pra falar do site, afinal o site fala por si.
Meu disco está em fase de pré-produção, estou juntando as bases de um time de produtores foda do cenário brasileiro e português, encaixando as minhas letras e dos convidados especiais do projeto. Logo mais lanço aqui algumas novidades e de repente alguma pré-gravação pra rapa poder sentir o rumo que a coisa vai tomar. Aguardem!
1 - Here We Go (Prod: 9th Wonder) 2 - Lets Go (Prod: Ill Mind) 3 - What You See (Prod: Pete Rock) 4 - So Focused (Prod: 9th Wonder) 5 - Don't You Cross The Line (Prod: Sic Beats) 6 - Stand Alone (Prod: Marco Polo) 7 - Take A Look (Prod: 9th Wonder) 8 - Trading Places (Prod: Ken BB) 9 - Yeah (Prod: Marco Polo) 10 - Souljah (Prod: Attick) 11 - He Gave Us Life (Prod: Marco Polo) 12 - I Want Mine (Prod: Marco Polo) 13 - World Wide BCC (Prod: Large Professor) 14 - The Game Is Still The Same (Prod: Beatminerz)
Boot Camp Click é um grupo formado por Buckshot, Smif N´Wessun, Sean Price, Starang Wondah, Top Dog e Louieville Sluggah e Rock do Heltah Skeltah. Peso, peso e peso com cara de anos 90, grandes rimadores, grandes produtores, estilo Wu Tang pra quem ainda não teve contato com a parada. Recomendo e assino embaixo.
Conversa de MSN com o LECO, que tá morando lá na terra do Tio Sam:
LECO - Só compro coisa em "clearance", que é como eles chamam as liquidações aqui.
EU - Ah bom, aqui liquidação chamam de 50% OFF!
Cena 2:
Reporter da Rede globo durante o carnaval carioca (a festa do povo), mostra o local onde o povão (sim ela usou esta palavra mesmo) também podia ter acesso ao desfile: uma passarela com uma grade onde se amontoavam os favelados sem dinheiro pra pagar as arquibancadas. E ela nem ficou vermelha...
E o prêmio de jabá mais escancarado do carnaval vai pro Caetano Veloso fazendo propaganda escancarada do filme "Ó Pai Ó", disfarçada de "retorno do poeta", tudo isso com direito à aparição no Fantástico na hora de cantar a música tema do filme e tudo mais. Notícia de carnaval é isso aí... Lamentável! Nem vou falar mais, pra saber mais procurem no Google, ou melhor, nem procurem e esqueçam esse miserável...
OBS.: A menção honrosa fica pra escola de samba do RJ que encaixou os jogos pan americanos no enredo e certamente encaçapou uma bolada da Rede Globo. Festa do povo o caralho!
1. World Keeps Turnin' (Intro) 2. Bump It 3. Back in the Day (Puff) 4. I Want You 5. Woo 6. The Grind 7. Danger 8. Think Twice 9. Love of My Life Worldwide 10. World Keeps Turnin' (Outro)
Para baixar clique aqui. Esse é aquele disco pra ouvir com aquela mina especial, boas batidas, a Erykah Badu canta demais e com sentimento, sem ser babaca, black music em alto estilo pra quem ainda não conhecia esse disco cinco estrelas ou ainda não tinha na coleção. Pra completar, fica aí o clip de "Love of my life", que é quase uma versão soul do "I used to love H.E.R." do Common (que também aparece no clip) e também conta uma relação de amor com o hip hop durante a evolução da cultura. Isso aí é uma homenagem ao hip hop, no final do clip Kool Herc em pessoa, o pai da matéria dirige o ônibus. Foda esse vídeo.
1. Bullets & Love (Introduction) 2. We Are The Ones 3. Laugh/Love/F**k 4. My Favorite Mutiny 5. I Just Wanna Lay Around All Day In Bed With You 6. Head (Of State) 7. ShoYoAss 8. Yes 'Em To Death 9. Ass-Breath Killers 10. Get That Monkey Off Your Back 11. Mindf**k (A New Equation) 12. Two Enthusiastic Thumbs Down 13. I Love Boosters! 14. Tiffany Hall 15. BabyLet'sHaveABabyBeforeBushDoSomethin'Crazy - (with Silk-E) 16. Captain Sterling's Little Problem 17. Stand, The
Foda esse disco aí! Rap com letras sacanas e politizadas em cima de umas bases meio funk. O objetivo dos caras eles falam no som 3, "Rir, amar, foder e beber licor/ e ajudar a maldita revolução a chegar mais rápido". O vocalista é marxista e usa isso nas letras com umas tiradas foda, sem perder o sarcasmo. Vale a pena escutar se tiver bom humor e engajamento pra entender. Tá aí o clip da We are the ones pra entender do que eu falo.
1. Intro 2. Step In 3. Pass The 40 4. Pumpin' 5. Flex Off 6. Tuxedo Rap 7. Days Like This 8. Jamboree Part 1 9. Jamboree Part 2 10. The Doctor And The Kidd (feat. George Clinton) 11. Eat Street 12. Crown Ones 13. LA9X 14. The Brownout 15. Letter To The Old School 16. More Than You Know 17. Reflections (feat. Odell Johnson) 18. 4 Dollar Afro 19. You 20. On & On (feat. Kat Ouano)
Esse disco do People Under The Stairs foi lançado lá no ano passado mas deixei passar batido porque não tinha baixado ainda, mas depois que baixei já virou disco de cabeceira de 15 dias pra cá, com certeza um dos melhores de 2006. O disco tem aquele sabor de rap da velha escola que o Jurassic 5 trazia nos primeiros trabalhos, com o jogo de rima dos mc´s se alternando, letras puras e originais e beats relax. Foda o disco! Recomendadíssimo!
Acho que começo a ficar velho (o que não é tão anormal aos 28), mas às vezes olho pro rap atual e me dá uma saudade dos anos 90, bate a tal da nostalgia (a própria palavra já é uma velharia). Saudade das festas no Metal em Porto Alegre, com som de Athalyba e a Firma (Salve o Rei), Sistema Negro (O poder da rima), Pavilhão 9 (vietnam), Thaide (A noite), Dependets do Rap, Pepeu e até mesmo do Naldinho (talvez beeeem menos do Naldinho). Na época até os grupos cantavam a periferia sem escorrer sangue da caixa, pouca gente cantava sobre o hip hop, com uma ou outra exceção, afinal não tinha porque evocar o tal HH, ele tava ali, na cara de cada um, nos Bboys que rodavam no chão no meio de todas as festas e ainda conseguiam as melhores gurias da festa por causa disso. Ah! Naquele tempo festa onde rolava rap nacional também tinha mulher, e muita! Sei que o tempo faz a gente fantasiar as coisas, mas dessa parte eu tenho certeza, afinal fui um dos que ficaram teimando com o tal rap quando o aumento de violência nas festas e nas letras começou a espantar as minas pras festas de samba, na época do pagode meloso, essa época foi a pior fase do rap pelo que eu lembro, já que muitos caras também largaram o movimento atrás das gurias e trocaram as camisas xadrez e a calça larga por calças apertadas, camisas pra dentro da calça e blazer de couro (Nossa! Quem tinha blazer de couro era Deus! Hahahha!). A maré baixa durou até 1997/98, o sucesso do Sobrevivendo no Inferno foi a salvação da lavoura! Até a onda do pop rap destruir a plantação de novo lá por 2004. De lá pra cá muitas sementes se perderam, alguns foram levados pela enxurrada mas o passado me faz acreditar que o futuro ainda vai ser melhor. Aprendemos com as ondas e estiagens e estamos fortalecidos. O futuro é levar o hip hop de volta pro começo! Meu disco vai estar nas ruas em 2007 pra fortalecer! Enquanto isso escutem "Cercado", o som novo do CONSPIRAÇÃO com participação do meu mano Nouse D (Consultoria). O futuro é nosso! Paz e respeito! 2007 promete!
Pra quem quer curtir uma rádio só com o melhor dos clássicos do rap, acessem a Classic Hip Hop Radioo , cortesia do meu camarada Zulu Baqueta. Só raridade, pra viajar de volta aos 90, aos 80 e pra despertar o Bboy dentro de cada um. Quero ver ficar parado!
Frase do Post: "Uma guerra não evita-se mas protela-se, e nunca em seu próprio favor." Maquiavel no livro "O principe"
1. Introduction 2. Slim's Return 3. Distant Land (Hip Hop Drum Mix) 4. Mystic Bounce 5. Stormy 6. Blue Note Interlude 7. Please Set Me At Ease 8. Funky Blue Note 9. Alfred Lion Interlude 10. Steppin' Into Tomorrow 11. Andrew Hill Break 12. Montara 13. Song For My Father 14. Footprints - Yesterdays New Quintet 15. Peace/Dolphin Dance 16. Outro
A gravadora Blue Note (tcc "Motown do Jazz") resolveu colocar o produtor Madlib solto no seu acervo e o resultado é o disco chamado Shades of Blue. Assumo aqui que não entendo muito de Jazz, mas sei quando um som cai bem nos meus ouvidos, e esse disco aí desce muito redondo.
Na minha opinião Madlib é o tipo de produtor que faz sons pra si mesmo, não pra agradar a maioria, assim ele consegue fazer uns sons unânimes como o The Red (do projeto Jaylib), Low class conspiracy (como Quasimoto), e outros que só devem fazer sentido na cabeça dele mesmo, como algumas coisas do segundo disco do Quasimoto (The further adventures of lord Quas). Um professor uma vez falou sobre o desenhista Moebius e a admiração que o público pseudo intelectual tem pelo trabalho do cara, mesmo sem entender (ou fingindo entender). Só pra saberem do que eu estou falando, a história em quadrinhos mais famosa de Moebius (A Garagem Hermética de Lewis carnelian) é uma história sem sentido e com desenhos que variam de estilo a cada capítulo, a primeira vista é o tipo de coisa que só faz sentido pro autor. Acontece que Moebius tinha um monte de histórias antigas não publicadas e decidiu juntar tudo em uma só HQ, a solução? Um personagem que viaja entre dimensões para cumprir sua missão, a viagem é tanta que em algumas histórias o personagem até muda de sexo (afinal o cara tá em outra dimensão). Aonde eu quero chegar com isso? Bem, quem não sabe de toda a parada de juntar HQ´s diferentes não consegue entender a linha da Garagem Hermética (na verdade nem quem sabe entende), mas mesmo assim muita gente finge entender porque afinal "Moebius é um gênio dos quadrinhos". O mesmo acontece com Madlib, que foi elevado ao status de Deus do rap underground, levando muita gente que não consegue entender seu som a assinar embaixo tudo que ele faz. Fora as reclamações, eu também acho que os dois tem momentos geniais, mas outros que não consigo entender. Moebius passou os anos 70 usando seu corpo como laboratório de experiências com drogas, Madlib é adepto do movimento green power, de repente é isso que tá faltando pra eu entender toda a parada...
Nova mixtape do Ill Bill, ex-Non Phixion, irmão do doente Necro. Tô postando a pedido do meu camarada LECO, não tive tempo de escutar com cuidado, mas de começo já digo que a coisa é de qualidade com participações de peso e com o lançamento do novo supergrupo de Bill, La Coka Nostra, que é formado pelos integrantes do House of Pain + o próprio Ill Bill. A banca do Non Phixion não costuma decepcionar mesmo. É só baixar pra conferir.
Tá na rede o novo EP do meu camarada LECO, grandes letras, bases foda demais, trampo foda que mostra a evolução do cara (e dopróprio rap nacional) desde o disco do ano passado: A lenda ainda viva!
Hoje faz dez anos que perdemos o gênio da música Francisco de Assis França, o Chico Science. Lembro do dia que o cara morreu, ouvi a notícia na rádio Ipanema de POA e não quis acreditar, um tempo antes eu tinha visto o show do cara no Opinião e pensei a mesma coisa que a radialista Mary Mesari disse no outro dia: "Esse é o futuro da música brasileira!". Infelizmente a vida de Chico foi cortada de uma maneira besta, claro que a mídia-urubu que na maior parte do tempo ignorou Chico e a Nação e todo o movimento Manguebeat tentou fazer notícia em cima da morte do cara ligando sua morte ao uso de drogas enquanto dirigia, mas não deu o mesmo destaque pra notícia do laudo que comprovou falha mecânica do carro meses mais tarde. Pra nossa sorte a semente que Chico plantou brotou em vários lugares, e de lá pra cá tem muitas bandas acreditando que "modernizar o passado é uma evolução musical". Salve Chico e toda a Nação Zumbi! Descanseem paz malungo!
Chico Science - Raridades
1 – Manguetown 2 – Etnia 3 – A Cidade 4 – Maracatu de Tiro Certeiro 5 – A Cidade * 6 – Samba Makossa* 7 – Advogado do Diabo* 8 – A Praieira* 9 – Da Lama ao Caos* 10 - Banditismo Por Uma Questão de Classe* 11 – A Cidade* 12 – Improviso*
Essa aí é uma demo da banda de Chico Science gravada antes do primeiro CD. As 4 primeiras são as versões originais das músicas que depois foram dilapidadas para entrar no cd da gravadora. Percebam a enorme diferença de manguetown desta versão para a versão final. Da 5ª em diante são gravações de um show em Recife. Em uma das músicas ele a mostra pela 1ª vez para o público e diz que ainda não gravou o 1º cd. A 7ª música é do IRA banda que Chico era fã.
OBS.: A qualidade das gravações não é de 1ª, mas vale como registro histórico do início da carreira de Chico Science.
Clip da versao demo de Maracatu de Tiro Certeiro! Fumaçaaaaaa...
Depoimento de Fred Zeroquatro (Mundo Livre SA) sobre a morte de Chico Science.
Compromisso de morte
Semana passada, indo para uma festa em Olinda, senti um incômodo arrepio. Varreu-me o espírito a repentina lembrança de que fazendo aquele mesmo percurso, de carro, quatro anos atrás, indo para a mesma festa – a prévia do bloco "Enquanto Isso Na Sala da Justiça" –, meu parceiro Chico Science, por descuido de seu anjo da guarda, distraiu-se para a morte. Santo compromisso! – exclamaria o anjo Robin aos prantos.
A sequência de imagens, sons, enfim, o filme sombrio que me vem à mente sempre que a tragédia emerge da minha memória está longe de ser razoavelmente suportável. É como se o absurdo da condição humana viesse à tona para me fazer sentir um palhaço miserável, esperando a minha hora, na ante-sala do nada.
O pior é saber que não tem apelação. Acho até que foi essa, mais ou menos, a sensação que eu tive alguns minutos depois de receber, de minha esposa (por telefone, eu estava no México, com a banda, fazendo as malas para voltar de uma turnê) a notícia. "Deve ter havido um engano", "chegando lá em Recife eu vou reclamar, alguém vai ter que explicar isso direitinho".
Tem boquinha não, basta o terrível Senhor Acaso resolver aprontar e tá decidido. E o mais estranho é que geralmente ele apronta com um filho, uma esposa, um pai... Mas às vezes ele pode acordar com algum prurido perturbador e inexplicável, e aí salve-se quem puder, é capaz de ele pregar uma peça numa cidade inteira!
Passados quatro anos, confesso que ainda não me conformo, e quem disser que sim deve ter muita fé em deus, ou coisa que o valha – algo que decididamente não tenho. Sei que a família de Chico é católica e isso lhes tem servido de conforto. Quanto a mim, sinto-me ludibriado, roubado e de certa forma injuriado, pois não me consta que tenha havido qualquer explicação convincente. As contas não batem, os fatos não se encaixam, e tudo é dado como consumado! Pra cima de mim, não. Dessa vez houve, sim, um engano. Um dia alguém vai ter que admitir publicamente que naquele fevereiro longínquo do século vinte, houve alguma falha imperdoável na engrenagem do caos. Algo não saiu como deveria e, para desgraça do cosmos, acabaram levando o cara errado.
OHHLA - ORIGINAL HIP HOP LYRICS ARCHIVE - LETRAS DE RAP
Comentaram sobre onde encontrar letras dos Last Poets, eu uso o site OHLLA pra buscar algumas coisas, lá tem algumas letras dos Last Poets, tá tudo em inglês, mas tem muito de rap e black music, pra quem não consegue entender lendo vai ter que apelar pro dicionário, aí já aprende a parada durante a tradução! Mãos à obra!
Frase do post: "Deixar que os fatos sejam fato naturalmente, sem que sejam forjados para acontecer,deixar que os olhos vejam os pequenos detalhes lentamente, deixar que as coisas que lhe circundam estejam sempre inertes, como móveis inofensivos para lhe servir quando for preciso e não lhe causar danos, sejam eles morais, físicos ou psicológicos." - Chico Science - fim da música Corpo de Lama.
Hoje é dia de repostar uns discos aqui, peguei quatro clássicos das antigas, Last Poets, pais do rap, Sistema Negro, com o clássico Bem Vindos ao inferno e Athalyba e a Firma, com o disco que trás uns clássicos dos bailes do começos dos anos 90. Postagem estilo escolinha de rap hein! Baixem, escutem , estudem!!!
1. Run, Nigger 2. On the Subway 3. Niggers Are Scared of Revolution 4. Black Thighs 5. Gashman 6. Wake Up, Niggers 7. New York, New York 8. Jones Comin' Down 9. Just Because 10. Black Wish 11. When the Revolution Comes 12. Two Little Boys 13. Surprises
01 Política 02 Dinheiro 03 Salve o rei (superstar) 04 Flores 05 Feminina 06 Pura 07 Camisa de Vênus 08 Não parem o scratch 09 Fim de tarde (perdi você) 10 Sujou 11 Profissão Ladrão 12 Política (guetto Mix)
Depois de duas semanas isolado no mundo da Sociologia eis que retorno ao blog. Dei upload em uns discos que vou postando aos poucos aqui essa semana, os pedidos de repostagem vão ser atendidos assim que eu tiver tempo, continuem acompanhando que vem coisa boa por aí!
Mais uma tira roubada na cara dura lá do blog do Allan Sieber, coloquei porque ontem logo depois de ver essa tira assisti o Máquina Mortífera na TV, Putaqueopariu! O Danny Glover só se fode! Nem adianta ser bom ator: O Negrão só se fode! Como disse o Public Enemy: Burn Hollywood! Burn!!!
Por falar em estudo, a Unijuí onde estou estudando oferece cursos de Sociologia, História e Geografia no esquema a distância. A Universidade fica na cidade de Ijuí/RS, por enquanto as aulas presenciais (uma semana pra abrir o semestre em janeiro e uma pra fechar em julho) acontecem só no Campus Ijuí mesmo, mas como a parada é mais barata que as Universidades caça níqueis, já que se trata de uma Universidade comunitária (5cadeiras: R$ 297,00), o preço compensa, além de poder fazer seu próprio horário de estudos. Tenho colegas do Paraná, Bahia, Rio de Janeiro e Santa Catarina que se deslocam pras aulas. Escutem o que eu digo: Educação a distância é o futuro! . Busquem mais informações no site da Unijuí, me contatem pelo MSN (miguelcsp@hotmail.com). o negócio é se adiantar, pedra parada crackeiro fuma!
Kool G Rap - 01 - Its A Demo Kool G Rap - 02 - Rikers Island Kool G Rap - 03 - Truly Yours Kool G Rap - 04 - Butcher Shop Kool G Rap - 05 - Talk Like Sex Kool G Rap - 06 - Poison Kool G Rap - 07 - Road To The Riches Kool G Rap - 08 - Streets Of New York Kool G Rap - 09 - Money In The Bank Kool G Rap - 10 - Bad To The Bone Kool G Rap - 11 - Ill Street Blues Kool G Rap - 12 - Letters Kool G Rap - 13 - Fast Life (feat. Nas) Kool G Rap - 14 - For Da Brotherz
Um dos poucos caras da velha escola que ainda consegue impressionar e inovar sempre, cada vez que retorna a ativa em participações com gente do naipe de Nas, Kool G Rap ainda consegue ser o ponto alto da faixa. Aí estão os clássicos da carreira dele. Duas frases sobre o cara: "Se você não conhece Kool G Rap, você não conhece rap" - o próprio na faixa My Life do Soundbombing 2 "Eu não quero fãs que não sabem quem é Kool G Rap" - R.A. The Rugged Man na faixa Lessons Clean do disco Die Rugged Man, Die! --------------------------------------------------------------------